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A REPRODUÇÃO NOS EQUINOS – parte I



Vivendo no meio do cavalo há um certo tempo, percebo que as maiores dúvidas dos proprietários estão na nutrição e reprodução. Nesta matéria, vamos tratar da reprodução de uma forma ampla, abordando alguns temas importantes. Claro que alguns dados variam de acordo com a raça, aptidão, saúde do animal e rotina da propriedade.

QUANDO INICIAR O ANIMAL NA VIDA REPRODUTIVA

Os potros entram na puberdade aos 18 meses de idade, mas só devem ser iniciados na reprodução após os 30 meses de vida. As fêmeas devem ser cobertas, pela primeira vez, com 2,5 a 3 anos de idade, para que o primeiro parto ocorra entre os 3,5 e 4 anos, quando a égua está madura e tem seu completo desenvolvimento. O pico de maturidade e fertilidade das fêmeas ocorre entre os 4 e 15 anos, e os machos podem estar férteis até os 22 a 24 anos. Geralmente as éguas só aceitam serem cobertas durante o cio, período que estão preparadas para serem fertilizadas. O cio ocorre, em média, a cada 21 dias, dura de 7 a 9 dias, e a ovulação* ocorre mais ou menos 2 a 3 dias antes do término do cio. (*)ovulação é o período fértil propriamente dito, quando o óvulo está pronto para ser fecundado. Sinais de cio: a égua fica mais agitada, procura o macho, há aumento no número de micções, a vulva fica mais congestionada e faz um movimento de abrir e fechar, a cauda fica levemente levantada, diminui o apetite. A urina apresenta um odor característico que atrai o macho.

ÉPOCA DO ANO


Primavera e Verão são as épocas escolhidas para a “Estação de Monta”. Coincide com o final da temporada de exposições e provas, além das melhores condições de clima e pastagem. Na primavera também ocorre o aumento da luminosidade, aumentando também a produção dos hormônios responsáveis pela reprodução. Essa concentração de nascimentos em uma determinada época do ano pode ser bem complicada. Então o ideal é “diluir” as coberturas, para que os nascimentos ocorram em diferentes semanas, facilitando o manejo, cuidados com o parto, curativos no umbigo, alimentação.

COBERTURA

Aos primeiros sinais de cio, a égua deve começar a ser rufiada, para que se detecte o dia que ela começa a “aceitar” o macho. Quando ela começar a ficar receptiva, faça a cobertura/inseminação a cada 48 horas. Esse intervalo é suficiente, já que os espermatozóides sobrevivem por esse tempo dentro do trato reprodutivo da fêmea. Se ela ovular durante esse período, os espermatozóides estarão viáveis. Quanto aos garanhões, evite mudanças no seu manejo. Procure sempre deixar o trato dele para o mesmo cavalariço, e esse mesmo deve levá-lo para a cobertura. Faça as coberturas nas horas mais frescas do dia, como as primeiras horas da manhã e o final de tarde. Cada propriedade tem seu protocolo de reprodução, mas nos locais de muita demanda, o macho pode ser usado 2 vezes ao dia, 5 a 6 vezes por semana, devendo ter pelo menos 1 dia de folga. Em locais de menor demanda, pode ser usado 3 vezes por semana, em dias alternados.

ESCOLHENDO AS MATRIZES

Teoricamente, os pais contribuem com 50% dos genes da prole cada um. Mas alguns consideram que a fêmea colabora com uma parte maior, já que esta exerce influência física e comportamental no potro, incluindo gestação, nascimento e lactação. Por essa razão, a escolha da matriz deve ser muito cuidadosa. A fêmea deve estar em boa condição corporal (nem magra, nem gorda), vermifugada e vacinada. O calendário de vacinação deve ser combinado com seu veterinário, mas em geral, inclui raiva, tétano, garrotilho, aborto viral, leptospirose e encefalomielite. É muito importante analisar a maior quantidade de produtos de uma matriz, para ter certeza do melhor cruzamento. Boas matrizes têm partos sem problemas, filhos premiados e também produzem bons garanhões.

ESCOLHENDO O GARANHÃO

O animal deve, antes de tudo, ser registrado na Associação de sua raça, assim como a fêmea. Avalie também o maior número de filhos possível e seu pedigree. Atenção aos padrões físicos da raça. O macho também deve ser vacinado e vermifugado, além de ser importante o laudo de um veterinário, atestando sua perfeita condição de saúde e exame andrológico (boa qualidade de espermatozóides e avaliação do trato reprodutivo). Além de todas essas avaliações individuais dos pais, é muito importante estudar os melhores cruzamentos. Nem sempre uma boa égua e um bom garanhão têm características compatíveis. E nunca esqueça que um bom cruzamento não é nada, se não oferecer boa criação, treinamento e alimentação a esse animal, já que 50% das suas características provêm da genética e os outros 50% correspondem ao meio ambiente.

A PARTE II ESTARÁ DISPONÍVEL NA PRÓXIMA SEMANA...





CAVALOS ATLETAS – USO DE SUBSTÂNCIAS PROIBIDAS
Por Dra. Maria Rita Azevedo Fagundes

Um pouco da História

O uso de substâncias que provocam bem estar, analgesia e melhora na performance esportiva, é conhecido desde meados de 3000 a.C. Na Grécia Antiga, nos Jogos Olímpicos, 300 a.C., os corredores utilizavam um produto alucinógeno, à base de cogumelos. Nas Batalhas dessa época, era comum os guerreiros usarem substâncias à base de ópio para diminuir a dor e aumentar a coragem diante das batalhas.

Nos animais, a tentativa de melhorar o desempenho dos cavalos surgiu um pouco antes de Cristo, quando os tratadores utilizavam o “Hidromel”, o que nada mais era que uma mistura de mel, aveia e água, aumentando o suporte de glicose e hidratando o animal. Para mostrar ao povo o rigor das leis, o Senado Romano punia com a crucificação o tratador de cavalos que utilizasse o hidromel. A Morfina foi descoberta em 1806, e depois de 10 anos já era usada em cavalos.

Ao longo dos tempos, foram descobertas inúmeras drogas que estimulavam os atletas e diminuíam as dores causadas por lesões. O uso indiscriminado dessas substâncias teve como conseqüência a morte muitos atletas, o que deu origem ao início das pesquisas para descobrir essas substâncias , após as competições esportivas. O primeiro método foi descoberto pelo químico russo Bukowski, em 1910, no Jóquei Clube da Áustria, onde analisava a saliva dos cavalos.
Mas foi durante os Jogos Olímpicos que Tóquio, que um congresso da Unesco iniciou o combate à dopagem, esboçando leis, controles e punições.
(Fonte: Clínica Osmar Oliveira)

E a cada dia ouvimos mais casos de doping em competições esportivas, como nas Olimpíadas de Atenas, onde o cavalo Waterford Crystal foi desclassificado pelo uso de substâncias proibidas, dando a Medalha de Ouro a Rodrigo Pessoa, com o garanhão Baloubet de Rouet.

Mas o que é “Doping” ou Dopagem? É a administração de qualquer substância não permitida, com o objetivo de melhorar a performance esportiva do animal, seja diminuindo a dor de alguma lesão pré existente, seja conferindo maior explosão muscular ou capacidade respiratória. Nunca devemos esquecer que o doping é uma prática desonesta e punitiva, já que os animais devem competir em condições de igualdade, prevalecendo aquele que estiver melhor preparado.

Hoje há milhares de drogas consideradas proibidas, e a cada dia os laboratórios têm que se atualizar para detectá-las. Muitas dessas drogas são usadas rotineiramente no tratamento dos animais, devendo apenas ser usadas fora da época das competições esportivas, outras podem trazer conseqüências graves para a saúde.

Alguns exemplos de substâncias proibidas:

• Drogas ilegais, opióides e estimulantes. Inclui Morfina e Butorfanol. Alguns tranqüilizantes são utilizados para que o animal fique mais tranqüilo durante a competição, mas sem alterar sem nível de consciência.

• Anestésicos locais: Apesar de serem substâncias controladas, podem ser usados fora do período de competição, mas muitas vezes são usados de forma proibida, para bloquear a região atingida por uma lesão, fazendo com que o cavalo não sinta dor enquanto corre. Lidocaína e Xilocaína.

• Medicamentos usados rotineiramente em tratamentos, mas proibidos durante as competições, por afetarem de alguma forma o desempenho do animal: Antiinflamatórios (fenilbutazona), corticosteróides (prednisona), broncodilatadores (clembuterol), diuréticos (furosemida), antihistamínicos (difenidramina), mucolíticos/expectorantes (guaifenesina), vasodilatadores (isoxsuprine) E uma classe dessas substâncias proibidas merece atenção especial, já que constantemente ouvimos casos de jovens que estão até morrendo, por usarem medicamentos veterinários.

• Anabolizantes: são substâncias naturais ou sintéticas derivados da testosterona, usados com o objetivo de aumentar a musculatura e força física. Esses medicamentos existem porque têm sua função, mas como os efeitos colaterais são graves, a maioria das vezes a melhora do físico dos animais não mostra ter muitas vantagens, em relação aos riscos.

Alguns efeitos: hepatotoxicidade, aumento da agressividade, aumento da pressão arterial, parada de crescimento precoce em animais jovens, aumento do colesterol. Quanto à parte reprodutiva, também são notados alguns efeitos: masculinização das fêmeas, diminuição da atividade dos ovários, cios irregulares, atrofia testicular, diminuição da qualidade e quantidade de espermatozóides, entre outros.

Conclusão

Devemos ter consciência das conseqüências do mau uso de algumas substâncias para cavalos de esporte. Primeiro por se tratar de ilegalidade e injustiça com outros animais na competição. Há também o fato de a dor ser uma defesa do organismo, e se acabarmos com essa dor, o animal pode fazer um esforço inadequado e agravar uma lesão pré existente, podendo tirar para sempre o animal do esporte.

Existe uma conseqüência menos comentada, mas não de menor importância, quanto à seleção de animais para a reprodução: uma vez que os animais que recebem essas drogas têm um melhor desempenho, acabam sendo selecionados, viram reprodutores, só que essas características não serão passadas a seus descendentes.




PREPARAÇÃO DO CAVALO ATLETA – Parte I



Maria Rita Azevedo Fagundes

O bom desempenho de um cavalo de esporte depende de três fatores:
GENÉTICA X TREINAMENTO X NUTRIÇÃO.

  • GENÉTICA

Os cavalos sofreram adaptações nesses milhares de anos, e o resultado disso foram diferentes raças, com diferentes aptidões. Cada raça tem sua conformação e habilidade, como exemplo, podemos citar o Quarto de Milha, que é um cavalo de “explosão”, tem suas fibras musculares voltadas a altas velocidades e curtas distâncias. Enquanto o Anglo Árabe é um cavalo de grande resistência.

  • TREINAMENTO

O treinamento deve ser específico para cada modalidade e alguns cuidados devem ser tomados para que se tire o melhor desempenho do animal e alcance maior longevidade no esporte. O animal deve ser iniciado após os 30 meses de idade, quando suas estruturas estivem consolidadas. Deve-se começar com 20 a 30 minutos diários, 3 vezes por semana e aumentar a intensidade conforme a adaptação do animal.
O tempo que suas diferentes estruturas demoras para se adaptar deve também ser levado em consideração, já que pulmão e coração se adaptam, mais ou menos, em 6 meses, enquanto articulações e tendões, que recebem o impacto do exercício, demoram até 1 ano para se adaptarem. Por isso não é incomum encontrarmos um cavalo com freqüências cardíaca e respiratória bem ajustadas com o exercício, mas com algum tipo de lesão nos membros, por suas estruturas ainda não estarem aptas.

  • NUTRIÇÃO

A dieta do atleta deve suprir suas exigências, sem excessos ou carências. Deve-se lembrar que a alimentação é individual, e o que é bom para o cavalo do vizinho não necessariamente é bom para o seu.
Na matéria “Nutrição do Cavalo” já falamos rapidamente sobre como oferecer o alimento. Agora falaremos sobre a “Qualidade” do alimento, além das possíveis suplementações que podem ser oferecidas.
Basicamente, podemos dividir os alimentos assim: ENERGIA, MINERAIS e PROTEÍNAS.

ENERGIA: é a parte mais importante da alimentação, pois é a base para uma boa performance. A necessidade energética para um cavalo de trabalho intenso tende a dobrar, em relação a um cavalo em repouso.
A qualidade dessa energia também deve ser levada em consideração, pois não podemos exceder na quantidade do concentrado (ração ou grãos), para que não ocorram problemas como laminite (aguamento) ou diarréia.

PROTEÍNA: ao contrário do que se pensa, não se deve ultrapassar os 12% de Proteína Líquida na dieta total diária de um cavalo de esporte. Quando se trata de animais em reprodução, sim, essa quantidade pode ser aumentada. Mais uma vez a qualidade da proteína deve ser levada em conta, para que haja bom aproveitamento dela.
O excesso de proteína pode causar problemas no fígado, rins, cólica...

MINERAIS: Cloro, Sódio, Potássio, Cálcio e Magnésio devem ser oferecidos ao animal, e são encontrados nos Sais Minerais de boa qualidade.

Sabemos que mesmo oferecendo volumoso e concentrado de boa qualidade ao animal, muitos proprietários ainda têm dúvida sobre a SUPLEMENTAÇÃO.  Na Parte II da Matéria, iremos tratar desse assunto de uma forma mais simples, sem citar nomes de empresas ou produtos, ou fornecendo o protocolo de uso, já que a intenção aqui não é fazer propaganda. Apenas tentaremos explicar como age cada um deles.



PREPARAÇÃO DO CAVALO ATLETA – Parte II Suplementos

Primeiro dado a ser levado em conta é que suplementos em geral são produtos caros, e que se utilizados em excesso ou sem orientação de um profissional podem causar prejuízos à saúde no animal e ao seu bolso!

Vamos dividir os suplementos de acordo com seus ingredientes/nutrientes:

  • AMINOÁCIDOS

A proteína é constituída de aminoácidos, e esses estão presentes nos músculos, tendões, articulações, pêlos, coração. São essenciais para a foramação dos hormônios, contração muscular, transporte de oxigênio, entre outras funções.
Os aminoácidos são divididos em “Essenciais”, ou seja, aqueles que o cavalo não sintetiza e têm que ser administrados na alimentação e os “Não Essenciais”, aqueles que o cavalo mesmo produz. Uma alimentação de qualidade já fornece esses aminoácidos, mas quando o animal é submetido a esforço intenso, pode ser que seja necessária a complementação com um produto específico.
Alguns suplementos aminoácidos possuem Glicose na sua fórmula, aumentando também a quantidade de energia.
Não é regra que o animal responda positivamente a qualquer suplemento, por isso é importante que se teste durante 45 a 60 dias, observando se seu cavalo apresentou melhoras.
Normalmente oferecido na forma de um pó, mas pode ser líquido.

  • PROBIÓTICOS

São produtos que contém organismos vivos, como bactérias e/ou leveduras, que têm a função de agir na flora intestinal, melhorando a absorção dos nutrientes. Esses organismos “competem” com os “patogênicos” (que podem causar mal), diminuindo inclusive o risco de cólica. Melhora o aspecto do animal, pêlos e cascos.
Fornecido em forma de um pó.

  • VITAMÍNICOS  E MINERAIS

Atuam no metabolismo celular. Os produtos que contêm ferro, vitamina B12 e ácido fólico são utilizados em casos de anemia e animais convalescentes. Vitaminas B1 e B5 são importantes para o metabolismo energético das células em geral. Magnésio e Potássio são importantes na contração da musculatura. O cálcio é importante para os músculos e ossos.
Pode ser injetável ou suspensão.

  • CREATINA

Atua promovendo a disponibilidade de energia para a contração das fibras musculares. Por aumentar a quantidade de água dentro da célula muscular, também aumenta o volume dos músculos.
Em forma de um pó.

  • MALTODEXTRINA

O músculo obtém energia através da quebra do Glicogênio, presente no próprio músculo. Mas em atividades físicas de longa duração (enduros, romarias), muitas vezes essa reserva de energia não é suficiente. A Maltodextrina tem a função de diminuir a velocidade de quebra desse glicogênio, otimizando a liberação de energia para o músculo, mantendo os níveis adequados durante as provas.
Em forma de um pó.

  • VITAMINA E e SELÊNIO

Em exercícios intensos há formação de radicais livres pelas c, e se esses não forem neutralizados, danificam as fibras musculares, podendo até haver morte das células. A Vitamina E e o Selênio atuam tirando esses radicais livres de dentro das células, mantendo a integridade da fibra. Bastante usado em animais de enduro.
Em forma de um pó

  • ELETROLÍTICOS

Esses eletrolíticos já são bem conhecidos entre os atletas humanos, em forma de líquidos que devem ser ingeridos durante as atividades físicas (o famoso Gatorade®). Esses suplementos são importantes em exercícios de longa duração, pois com o suor não há só perda de água, mas sim de minerais importantes (Sódio, Cloro, Magnésio, Potássio). A função desse produto é repor esses minerais. Devemos sempre lembrar de deixar água à disposição do animal durante seu fornecimento.
É encontrado em forma de pó ou Booster (bisnaga semelhante à dos vermífugos).

  • SUPLEMENTOS PARA PÊLOS E CASCOS

Para auxiliar no crescimento, regeneração e manutenção das características plásticas e funcionais dos cascos, pêlos, crina e cauda dos animais. Composto por Biotina (vitamina H), Zinco, Enxofre e alguns aminoácidos.
Em forma de pó ou líquido. Dependendo da marca pode ser bem dispendioso.

  • VITAMINA C

Escolhi falar particularmente da Vitamina C porque muitos de nós, humanos, utilizamos diariamente para aumentar a resistência e imunidade. Para cavalos hoje também está disponível, e sugere-se que ela age das seguintes formas:  antioxidante, aumenta a imunidade, coadjuvante em processos cicatriciais, hemorragias, e auxilia na reprodução.
Em forma de pó.

  • SUBSTÂNCIAS PROIBIDAS

Em geral são anabolizantes hormonais. Por merecer atenção especial, trataremos deste tema na próxima matéria.

 

 Esses são alguns exemplos de suplementos que podem ser utilizados para os cavalos. Alguns fatores que não devemos esquecer:
- Nem todos os produtos são eficazes em todos os animais, alguns respondem melhores que outros;
- Nunca fornecer produtos sem a orientação de um profissional;
- TUDO em excesso pode ser prejudicial;
- Os nutrientes interagem entre si, por isso, quando se aumenta um, pode-se diminuir outro (Ex: quando se aumenta demais a quantidade Selênio, pode-se diminuir o Enxofre, responsável pela formação dos cascos);
- Uma alimentação de qualidade, composta por volumoso e concentrado NUNCA deve ser substituída por qualquer suplemento.
- O animal atinge sua melhor perfomance quando bem nutrido e com boas condições de sanidade;
- Respeite a genética de seu animal. Não tente transformá-lo com a alimentação, apenas atingir seu potencial.

* Maria Rita Azevedo Fagundes
CRMV/SP 15.605

e-mail: rita_vet25@yahoo.com.br

É médica veterinária, especializada em grandes animais e atende diversos centros hípicos em São Paulo e na Serra da Cantareira.



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